Camion per passione!

Forum Italiano dei Camion
 
IndiceIndice  CalendarioCalendario  FAQFAQ  CercaCerca  Lista UtentiLista Utenti  GruppiGruppi  RegistratiRegistrati  AccediAccedi  

Condividere | 
 

 vecchie pale meccaniche

Vedere l'argomento precedente Vedere l'argomento seguente Andare in basso 
AutoreMessaggio
el magutt

avatar

Messaggi : 1880
Data d'iscrizione : 09.11.13
Età : 60
Località : leno lombardia brescia

MessaggioTitolo: vecchie pale meccaniche   Lun Ago 14, 2017 12:46 pm


Dozer con gru Marca: FIAT ALLIS + EFFER Modello: AD 7C + 140/2S


Marca: JCB
Modello: 411
Matricola: 65770
Anno: 1998
Descrizione
snodata
Tornare in alto Andare in basso
Vedi il profilo dell'utente
el magutt

avatar

Messaggi : 1880
Data d'iscrizione : 09.11.13
Età : 60
Località : leno lombardia brescia

MessaggioTitolo: vecchie pale italiane   Lun Ago 28, 2017 7:26 pm




pala gommata fr fiat om 6 cilindri 15 tonnellate di stazza







http://www.fiammeblu.it/displayimage.php?pid=12053


Fiat OM FR12
Polizia di Stato
Reparto Mobile Milano

























































Mini pala cingolata CAMS T985VL

http://www.camsind.com/wp-content/upload..._VL_IT.pdf





Allora ripasso per tutti sui camion: massa su strada massima per tutti 44t, i cava cantiere possono arrivare a 54t senza scorta con limite di 50kmh; oltre si deve segnalare il percorso, se ingombra arriviamo anche alla scorta "civile" e se è veramente esagerato alla scorta della stradale.
Nei cantieri di 3 assi li vedo solo per le consegne delle merci dai fornitori, ma se sono mezzi da cantiere ormai vedi solo 4 assi o eventualmente 2 assi corti.
I 4 assi permettono di avere una migliore distribuzione dei pesi, con 8x8 permettono di avere un ottima trazione su tutti i terreni.
























OM Fiat FR 12.










http://www.classificados.com/pa-carregadeira-fr-12-hdt-1990-71913







http://www.lexicarbrasil.com.br/fiatallis/

FIATALLIS | galeria

Desde 1950, tratores italianos Fiat vinham sendo montados na cidade de São Paulo através da firma Moto Agrícola Indústria e Comércio, que também os importava e distribuía. Dez anos antes de interessar-se em produzir automóveis no Brasil (decisão que só seria tomada no início da década de 70), a Fiat candidatou-se junto ao GEIA para aqui fabricar tratores de esteira. O projeto da empresa, que previa a produção de 500 unidades de 5,5 t e 45 cv, em dois anos (até junho de 1962), foi o único destinado a tratores de esteira, sendo os outros nove aprovados referentes a veículos sobre pneus para uso agrícola. Contudo, apesar de já oficialmente instalada no país (ainda em São Paulo, sob a razão social Tratores Fiat do Brasil S.A.), por muitos anos a nova empresa se limitou à fabricação de componentes. Somente em 1970, após vencer grande concorrência para o fornecimento de tratores para o governo de Minas Gerais, cujo contrato estabelecia a obrigação de produção local, decidiu iniciar a fabricação de máquinas completas, para isto adquirindo as instalações da Deutz, que acabava de abandonar o mercado brasileiro.

Situada em Contagem (MG), já em 1971 saíam de sua linha de montagem os primeiros tratores Fiat nacionais – modelo AD 7, com índice de nacionalização de 56%, em peso. Com 8,2 t, foram inicialmente equipados com motor diesel Fiat italiano (quatro cilindros, 6.872 cm3 e 74 cv), no ano seguinte substituído por um MWM nacional de 84 cv (então recebendo o nome AD 7B). Estes modelos tiveram grande penetração no país, principalmente na agricultura, com 3.300 unidades vendidas até 1972, respondendo por 55% do mercado (contra 45%, atendidos por outros sete fabricantes, apenas dois deles com produção nacional).

Em 1974 a Fiat italiana uniu-se à norte-americana Allis-Chalmers, dando o primeiro passo para a formação, no final do século, da gigante das máquinas agrícolas e de construção CNH; com a fusão, a empresa passou a ser uma das maiores do mundo no setor, produzindo tratores, pás carregadeiras, motoniveladoras, escavadeiras e scrapers. No Brasil, a Tratores Fiat assumiu a razão Fiat-Allis Tratores e Máquinas Rodoviárias S.A.. Naquele ano foram lançados mais dois produtos: um trator de esteiras, o AD 14, de 14,6 t, com motor Fiat importado (seis cilindros, 9.820 cm3 e 150 cv, logo trocado por MWM nacional da mesma potência) e, já como resultado da fusão, a escavadeira hidráulica Fiat-Allis S 90 (15 t, motor Fiat de 95 cv, caçamba com 0,86 m³ e alcance máximo de 7,50 m). Também estas máquinas logo se tornaram líderes em suas categorias, conduzindo à expansão da fábrica de Contagem, que triplicou a área construída em 1975. Mesmo assim a empresa ainda se encontrava distante da pujança que alcançaria anos depois, ocupando apenas o sexto lugar em vendas no setor de máquinas rodoviárias.

Em 1977 a Fiat-Allis submeteu ao governo federal planos para a produção nacional de motores para tratores. Naquele mesmo ano, ao absorver a Divisão de Equipamentos Industriais da Eaton e adquirir suas instalações de São Bernardo do Campo (SP), ampliou a linha de produtos, a ela agregando, com sua marca, quatro pás carregadeiras sobre pneus Yale, até então construídas pela Eaton: 134A (96 cv, 7 t e 1,5 m³ de capacidade), 1500B (105 cv, 8 t e 1,33 m³), 1900B (118 cv, 10 t e 1,91 m³) e 3000-BR (211 cv, 23 t e 2,7 m³). No início da década seguinte, a Fiat-Allis foi claramente inserida no projeto de internacionalização do Grupo Fiat. A filial brasileira, que assinou contrato de oito anos com o Befiex, assumindo programa de exportação de longo prazo, tornou-se oficialmente responsável pelo suprimento da América Latina (já então unindo os nomes Fiat e Allis na nova razão social FiatAllis Latino-Americana). Foi, além disto, escolhida como única fornecedora mundial de motoniveladoras e tratores de esteira com até 100 cv.

Com este objetivo, em paralelo com a desativação da produção destas máquinas nas demais fábricas do Grupo, foi lançada a família FG, com três modelos de motoniveladoras articuladas – as primeiras do país: FG 70 (130 cv), 85 (153 cv) e 95 (169 cv). Fabricadas a partir de 1981 exclusivamente para exportação e lançadas no mercado interno em junho do ano seguinte, os equipamentos tinham características únicas na produção nacional: transmissão Power Shift com conversor de torque (permitindo a inversão de sentido sem parada da máquina nem desaceleração do motor), lâmina frontal (dispensando, em certos casos, o trabalho de apoio de tratores de esteira), controles totalmente hidráulicos e cabine fechada opcional, com ar condicionado e vidros laminados.



A nova estratégia se mostrou extremamente favorável para a FiatAllis brasileira, que por duas vezes foi nomeada Melhor Empresa Exportadora de Máquinas Rodoviárias (1982 e 83). Diversos novos equipamentos foram lançados entre 1983 e 84: os tratores de esteira 7D (9,4 t, motor MWM aspirado de 92cv) e FD 9 (10,6 t, motor MWM turbo de 110 cv), este com 92% de nacionalização em peso (90% em valor), para o mercado mundial; a versão a álcool (MWM de seis cilindros e 88 cv) do AD 7B, para misturas com 20% de diesel, primeiro do mundo sobre esteiras; as pás carregadeiras articuladas sobre rodas FR 10M, 11M e 12M, com potências entre 108 e 118 cv, freios a disco, conversor de torque e transmissão acoplada ao motor; e as motoniveladoras articuladas FG 85A e 95A. A linha de pás carregadeiras foi renovada em 1986 (FR 10B) e 89 (FR 12B); em 1990 foi lançada a maior delas, a FR 14 Turbo, com capacidade de 2,5 m³ e motor MWM com 151 cv. Por fim, em 1989, foi posto à venda o FA 120, trator de esteira configurado para tarefas agrícolas.

Ao longo da década de 80 a FiatAllis consolidou sua posição, tanto interna como externamente. Sua gama de produtos foi completada em 1990, ao ser lançada sua primeira retroescavadeira nacional (modelo FB 80, motor MWM de 77 cv, Power Shift), com isto tornando-se capaz de enfrentar a concorrência em todas as linhas. Naquele ano a empresa apresentou excepcional desempenho, respondendo por ¼ das vendas do setor e crescendo 4%, quando o mercado nacional retraía quase 10%. Na frente externa as exportações alcançavam países distantes como Irã e China, sendo que, nos EUA, as motoniveladoras brasileiras já conquistavam 40% do mercado.

Coincidentemente, aquele também foi o momento do grande salto da Fiat no setor de máquinas agrícolas: a aquisição pelo grupo italiano (aprovada em 1991 pelas autoridades econômicas norte-americanas e européias) de 80% do controle da Ford New Holland, extensivo aos ativos existentes no Brasil. Ao lado da FiatAllis – que manteve sua autonomia – a nova aquisição alçou os segmentos de máquinas agrícolas e de construção ao nível dos negócios mais importantes da Fiat do Brasil, precedido apenas pela fabricação de automóveis.

O início da década de 90 assistiu à liberação das importações pelo governo Collor. Com isto, a partir de 1991 a FiatAllis voltou a trazer do exterior alguns equipamentos para complementar sua linha nacional de produtos (os primeiros foram duas pás carregadeiras, uma sobre pneus e outra de esteiras), prática que perdura até hoje. Ainda em 91 chegou a série B de motoniveladoras, em lançamento mundial: eram oito modelos, quatro deles articulados, entre 14,7 e 18 t, com motores Cummins de 138 a 200 cv, opção de tração 6×4 ou 6×6 (tração dianteira hidrostática), novo comando eletrônico da transmissão e nova cabine com ar condicionado e pressurização (opcionais). Em 1993 foi a vez de duas novas pás-carregadeiras, os modelos FR18 e FR20.

Em 1994 foi lançada a escavadeira hidráulica FH200, com 21 t, MWM turbo de 125 cv, caçamba com capacidade de até 1,31 m³ e sistema hidráulico gerenciado eletronicamente; fruto da joint venture estabelecida em 1986 com a japonesa Hitachi, a máquina fazia parte de uma grande família, da qual oito modelos (entre 13,4 e 45,4 t) vieram a ser importados nos anos seguintes. Em 1996, com a Compact Line, foi renovada a linha de retroescavadeiras; três modelos (FB80.2, 90 e 100.2), com tração em duas ou quatro rodas, motor aspirado ou turbo e diversas opções de braços, caçambas e acessórios.

No ano seguinte (após a produção de quase 6.000 motoniveladoras, 2/3 das quais exportadas), três novos modelos foram agregados à linha: FG140 (142 cv, 14,2 t), 170 (172 cv, 16,2 t) e 200 (208 cv, 19,1 t); tinham transmissão Power Shift com comando eletrônico, diferencial com controle de tração, freios multidisco em banho de óleo, direção hidrostática e cabine (aberta, de série) com maior conforto para o operador. Também foi lançado novo trator de esteira, o modelo FD170, de 18,8 t, equipado com motor Cummins turbo de 173 cv e Power Shift.

Em 1999 deu-se a fusão da New Holland com a norte-americana Case, sob controle da Fiat, dando origem à gigante CNH. As unidades produtivas das duas empresas foram unificadas nos diferentes países em que operavam, tendo sido mantidas, contudo, suas marcas (assim como a FiatAllis, desde 1988 apenas utilizada na América Latina). Com a criação da CNH, o Grupo Fiat se tornou líder nacional em máquinas agrícolas e rodoviárias.

Após a racionalização das instalações do novo grupo no Brasil, foram retomados os lançamentos, com algumas novidades nacionais em meio a grande quantidade de importados. Em 2001 chegou a série FX de escavadeiras hidráulicas, com tecnologia O&K, empresa alemã também adquirida em 1999 (oito modelos de esteiras, entre 13 a 60 t, e três sobre pneus, de 16 a 21 t). A seguir foi renovada a linha de pás-carregadeiras (série 2 – cinco modelos, com potências variando de 147 a 241 cv, peso operacional de 10,5 a 22,5 t e capacidade entre 1,5 e 4,2 m³), com cabine e posto de comando totalmente novos, seguida, em 2003, da nova família FW de pás (FW 140, 160 e 200), com Power Shift, alavanca única para transmissão, elevação e basculamento da carga e, segundo a empresa, as maiores caçambas e a melhor visibilidade do mercado.

Se os primeiros anos do século XXI trouxeram excelentes safras agrícolas para o país (representando grande oportunidade para os fabricantes de máquinas), o mesmo não aconteceu com o mercado de construção pesada, que desde 1999 encontrava-se estagnado. A fábrica de Contagem (onde foi concentrada a produção de equipamentos de construção de todo o Grupo Fiat) operava em 2004 com 50% de ociosidade. Naquele ano o mercado reagiu, avançando 22,7% com relação a 2003; entretanto, enquanto a divisão de máquinas de construção da Case crescia 37%, a FiatAllis teve discreto aumento nas vendas – apenas 13% – ocupando o quarto lugar entre os fabricantes nacionais do segmento. A relativa perda de importância da FiatAllis no mercado brasileiro coincidiu com a decisão da administração central da CNH de fundir todas as marcas locais ou regionais até então sob sua administração – dentre as quais a FiatAllis – em uma única marca global, a própria New Holland (eram duas as intenções do Grupo Fiat com a medida: reduzir os custos operacionais entre 15 e 20% e facilitar a venda internacional de seus produtos). Assim, a partir de 1º de fevereiro de 2005, a marca FiatAllis foi extinta e sua linha de equipamentos absorvida pela divisão New Holland Construction da CNH.

















https://www.flickr.com/photos/68181329@N04/14857110909

Vi sono più serie di FR12, questa era prodotta come Fiat (forse anche OM) e successivamente come Fiat-Allis. Vi è poi la Fiatallis (il trattino è fondamentale perchè indica due periodi diversi...ne il periodo con il trattino la Fiat strinse una joint-venture con Allis Chalmers senza trattino cioè scritto Fiatallis la Fiat acquisì all 100% l'Allis Chalmers).
Comunque la differenza fondamentale tra la serie che hai fotografato tu e quella che hai visto sul web sta probabilmente nella modalità di sterzata e quindi nel tipo di telaio...qui il telaio è rigido e la sterzatura è solo sull'asse posteriore, nell'altro caso il telaio sarà articolato e l'articolazione funge da sterzo.
Tornare in alto Andare in basso
Vedi il profilo dell'utente
el magutt

avatar

Messaggi : 1880
Data d'iscrizione : 09.11.13
Età : 60
Località : leno lombardia brescia

MessaggioTitolo: macchinari vintage   Ven Set 01, 2017 7:35 pm


cabina. In un tale incidente, il nostro autista sarebbe stato al sicuro.

Eimerkettenbagger Maschinenfabrik Ertmer

Anno: 27/06/1955
Peso: 15,5 tonnellate
Potenza: 20 cv
Produzione oraria: 40 cbm
Località: Dachau

Il termine Eimerkettenbagger:
Attrezzature minerarie utilizzati in metodi di estrazione di superficie. L'idea di costruire questa scavatrice risale al 16 ° secolo. A cielo aperto 1885 Eimerkettenbagger è stato usato per la prima. Questo è stato guidato da un motore a vapore 110 CV. Principi di escavatore a tazze è che l'ablazione veicolato con secchi.

macchine da museo archeologico della tecnologia post rivoluzione industriale












Clark Michigan 35

Il più piccolo fratello del 475 C

Anno di costruzione: 1963
Potenza: 80 CV
Peso: 6,5 tonnellate
Capacità benna: 1.00 cbm

La società del Michigan già costruito nel 1971 più grandi pale gommate del mondo, a 675. Il suo peso era di 190 tonnellate con una capacità secchio di 18 metri cubi.
Non è stato fino a circa 20 anni dopo, il record è stato rotto. La più grande alle pale gommate di tempo provenienti da Le Tourneau (USA) mondo. Egli dispone di 250 tonnellate e 50 metri cubi di capacità della benna.




Scrapedozer SR 85 Menck & Hambrock

Anno di costruzione: 1971
Peso operativo: 36 tonnellate
Capacità vasca: 8,5 metri cubi
Motore: Mercedes 10 cilindri
Potenza: 220 CV
Velocità: 14 chilometri all'ora

La macchina di costruzione più esclusiva del mondo.
Lo Scrapedozer è una vera e propria macchina di costruzione one-man. Si può pagare in un trasporto terra treno lavoro, installare e compatta. ma non è confrontabile con un raschietto, che non può funzionare in qualsiasi tempo e il sottosuolo sue ruote in gomma e richiede una svolta per la retromarcia. Anche lui non può einplanieren come un terreno Scrapedozer. Inoltre, è in grado di operare fino a 1,8 metri di acqua. Il bruco è uno sviluppo puramente tedesca che risale agli anni 30ger. Solo dopo il fallimento di Menck & Hambrock la società giapponese Nippon ha rilevato la produzione.

La storia del Menck Scrapedozer
L'invenzione della Scrapedozer risale a prima della seconda guerra mondiale. L'esercito aveva bisogno di una macchina che potrebbe essere sollevato rapidamente con i fossati anticarro. Quindi, un raschietto 1 metro cubo dalla società Menck & Hambrock è stato fatto. Nel 1939, la madre di oggi Scrapedozer è stato poi sviluppato. Dopo la SR 43 e la guerra è andato in silenzio. Solo nel 1953 è stato costruito dal Menck 53 ° SR 6,5 metri cubi contenuti benna e 120 motore di PS Deutz, la SR 53-1966 è stato costruito. Dopo la SR 65 e SR 85, nel 1979 la produzione è stata interrotta dopo circa 350 macchine. Fino ad allora, lo Scrapedozer era una produzione esclusiva tedesca. Fine di 50 anni ger è stato consegnato da Edwin Frutiger primo SR in Svizzera. La Nippon Sharyo (Giappone) ha acquistato dalle operazioni di successo in Svizzera, la licenza da Menck. Nel 1965 hanno costruito il piccolo Sr 40 e SR140. Dal 1969, la SR 264 è stato costruito e venduto più di 2000 pezzi. Dall'esperienza in Giappone e in Europa, la SR 200 è stato sviluppato. Con circa 10 metri cubi contenuti secchio e l'enorme capacità dell'azienda Frutiger potrebbe regolare la SR in tutta Europa per i requisiti di costruzione di oggi. 2003 Sr è stato introdotto 3000 Tiger Urs e Jürg Frutiger. Con una capacità di 15 metri cubi e un motore diesel moderno, l'idea di Scrapedozer continuerà a vivere nel futuro. Tra l'altro Frutiger anziano fondò la "Confraternita del Scrapedozer driver". incontri periodici e scambi di esperienze dei "Cavalieri del Scrapedozer" sono ancora mantenuto.

Weserhütte Hydro Lupo HW 70
Weserhütte presentata nel 1964 prima del suo primo escavatore idraulico. Il primo prototipo è ancora collaborato con la società francese Choc. Un po 'più tardi una propria, "Hydro Wolf" è stato portato serie battezzato sul mercato. Lei è caduto contro tutti gli altri produttori sul da uno speciale cinematica del braccio. Dopo il primo progetto, un nuovo design è stato introdotto nel fine degli anni '60, le caratteristiche tipiche erano inclini cabina di prua e completamente rotondo escavatore poppa. Nella revisione del tipo HW 70 a 75 HW che inizialmente quasi piattaforma sovrastruttura circolare è stata raddrizzata nella parte anteriore, mentre i tipi presentati successive HW 50, HW 130 e HW ricevuto 250 questo aspetto fin dall'inizio. Inoltre Weserhütte ricostruito usato HW 70, hanno anche trovato la loro strada diritta anteriore. Nel 1970, il design della escavatore idraulico Weserhütte-, per i quali E. Hofmann-Igl è stato responsabile, premiata nella categoria "Trasporti" con il prestigioso "iF Product Design Award". Non c'erano più e primi anni '80, gli escavatori idraulici sono stati ritirati dal mercato a nuovi progetti Weserhütte Dopo 1973i Di conseguenza raramente lupi Hydro sono oggi.




Fiat caricatori Caterpillar

Anno di costruzione: 1962
Potenza: 80 CV
Peso: 6,5 tonnellate
Capacità benna: 1.00 cbm

Fiat costruisce non solo auto veloci, ma anche macchine pesanti. 1032 primi trattori cingolati per agricoltura e selvicoltura stati prodotti. Ciò ha portato nel 1945, dopo la guerra, le prime ruspe per la costruzione. Fiat ha esteso la propria offerta e sono stati aggiunti 1.958 pale gommate italiana Calzolari. Tuttavia, solo 240 pezzi sono stati venduti fino al 1967, in modo da caricatori inglesi venduti dal 1970e Attraverso una joint venture con Fiat Allis Chalmers chiamato il Gruppo Costruzioni Fiat Allis nella vita. Nel 1986, la società è stata costituita in Europa Fiat Hitachi, gli escavatori giapponesi costruzioni trattori cingolati e pale bruchi sono ancora di origine italiana.



Hanomag 44 C

Anno: 1985
Peso: 11,5 tonnellate
Potenza 120 CV
Capacità benna: 2 cbm

Perchè è il capo pala gommata?! Si potrebbe pensare che si trattava di uno scherzo o semplicemente un diverso tipo di "Hinstellens". Tuttavia, lo sfondo è più grave.
Quando le prime pale gommate stati costruiti negli anni '50, avevano vano senza conducente. Il macchinista seduti all'aperto e il tempo, la sporcizia e pietre volanti era senza difese. Primi 60 anni gher sono stati i primi rifugi, alcuni ancora montati con teloni, le ruote gommate. Nel corso del tempo, quindi le cabine completamente vetrate prevalso. Affinché il conducente, ma hanno avuto la protezione dagli agenti atmosferici, non di fronte al pericolo più grande. Il rollover. E questo pericolo è molto grande per pale gommate. Soprattutto con macchine articolate, quando il guidatore guida completamente da un lato, l'interasse aumentato molto all'esterno, può che inclinazione e cadere in una guida pendenza o superamento di ostacoli, la pala gommata lato. Dopo questi incidenti accatastati, dell'ingegneria civile associazione professionale ha fatto metà degli anni '70 ger anni che i rollover cabine sicuro per riposare. La pala gommata possedere un taxi rotolo. Per mostrare quanto deve resistere una cabina, dobbiamo dimostrare, mettere la pala gommata in testa. Ora gettato 10 tonnellate di pressione sulla cabina. In un tale incidente, il nostro autista sarebbe stato al sicuro



































http://www.feldbahn.com/ertmer.htm
















fabbricante
Maschinenfabrik Willy Ertmer, Ludwigshafen / Rhein
tipo
KB 0
disegno
Eimerkettenbagger
numero di serie
1383
anno di costruzione
1951
assi
2
potere
11 CV











http://www.feldbahnmuseum-wiesloch.de/fahrzeuge-technik/baumaschinen/ertmer-eimerkettenbagger.html







































Eimerkettenbagger


Tornare in alto Andare in basso
Vedi il profilo dell'utente
el magutt

avatar

Messaggi : 1880
Data d'iscrizione : 09.11.13
Età : 60
Località : leno lombardia brescia

MessaggioTitolo: Re: vecchie pale meccaniche   Ven Set 01, 2017 7:38 pm

Il termine Eimerkettenbagger:
Attrezzature minerarie utilizzati in metodi di estrazione di superficie. L'idea di costruire questa scavatrice risale al 16 ° secolo. A cielo aperto 1885 Eimerkettenbagger è stato usato per la prima. Questo è stato guidato da un motore a vapore 110 CV. Principi di escavatore a tazze è che l'ablazione veicolato con secchi.



Tornare in alto Andare in basso
Vedi il profilo dell'utente
el magutt

avatar

Messaggi : 1880
Data d'iscrizione : 09.11.13
Età : 60
Località : leno lombardia brescia

MessaggioTitolo: Fiat-Allis FR 9   Dom Set 24, 2017 11:32 am



Fiat-Allis FR 9
Pala gommata
Costruttore Fiat-Allis
Modello FR 9
Anno di costruzione 1983















http://car--reviews.com/content/fiatallis-fr-1202.html






















Fiat-Allis (1974-1985), successivamente ribattezzato Fiatallis (1985 a inizio 1990), è stato un marchio di attrezzature pesanti (dette anche attrezzature di costruzione, attrezzature di movimento terra o veicoli di ingegneria), quali pale caricatrici , bulldozers , tergicristalli , scrapers e graders . E 'iniziato nel 1974, quando Allis Chalmers macchine per le costruzioni s' è stata riorganizzata in una joint venture con Fiat SpA , [1] [2] , che ha acquistato una quota di maggioranza del 65%, in via preliminare. [2]

L'attività di costruzione di Allis-Chalmers non era spesso redditizia negli anni '50 e '60. Ha affrontato una rigida concorrenza di aziende come Caterpillar , Case , Euclid , John Deere , Fiat MMT e altri. La formazione del 1974 di una nuova società, Fiat-Allis, è stata sostanzialmente un cedimento .

Nel corso del prossimo decennio, Fiat ha continuato a investire in Fiat-Allis, più che di Allis-Chalmers. Le due società madri si sono sconcertate sulle decisioni prese e su Fiat-Allis. Nel 1985, la joint venture è terminata. Fiat ha acquistato la rimanente quota di minoranza di Allis (che era ridotta dal suo originale 35%). Fiat ha rinominato la società Fiatallis. [3]


Fiat-Hitachi FH240LC trackhoe .
La cooperazione con Hitachi ha prodotto il marchio Fiat-Hitachi per alcuni anni. Alla fine Fiatallis è stata venduta a CNH , di cui Fiat è un importante azionista. CNH ha ritirato il marchio Fiatallis e ha fuso i beni della società con altri di Case e New Holland Machine Company . La linea di attrezzature per la costruzione di CNH è chiamata New Holland Construction



Buescher, Walter M. (1991), Plough Peddler , Macomb, Illinois, USA: Glenbridge Publishing, ISBN 978-0-944435-18-2 . Un memoir di un uomo che ha lavorato per la società Allis-Chalmers per oltre 30 anni come rappresentante di vendita e responsabile commerciale.
Dean, Terry (2001), Allis-Chalmers Trattori e Cingoli , Guida d'Acquirente Illustrata Series, Motorbooks International (Voyageur Press), ISBN 978-0760309407 .
Haycraft, William R. (2000), Yellow Steel: La storia dell'industria dell'attrezzatura di movimento terra , University of Illinois Press, ISBN 978-0252071041 .



Fiat-Hitachi FH240LC trackhoe

Escavatori ( escavatori idraulici) sono attrezzature pesanti di costruzione consistenti di un braccio , dipper (o bastone), secchio e cabina su una piattaforma girevole conosciuta come "casa". [1] La casa si siede in cima a un carrello con tracce o ruote . Sono una naturale progressione dalle pale a vapore e spesso chiamate erroneamente pale di potenza . Tutto il movimento e le funzioni di un escavatore idraulico sono realizzati attraverso l'uso di fluido idraulico , con cilindri idraulici e motori idraulici . [2]A causa dell'attivazione lineare di cilindri idraulici, il loro modo di funzionamento è fondamentalmente diverso dagli escavatori a fune che utilizzano verricelli e funi in acciaio per realizzare i moviment


Gli escavatori idraulici moderni sono disponibili in un'ampia varietà di taglie. Quelli più piccoli sono chiamati escavatori mini o compatti . [7] Ad esempio, il più piccolo mini-escavatatore di Caterpillar pesano 2.060 libbre (930 kg) e ha 13 CV ; il loro modello più grande è il più grande escavatore disponibile (un record precedentemente detenuto da Orenstein & Koppel RH400), il CAT 6090, che pesa oltre 2.160.510 libbre (979.990 kg), ha 4500 cavalli e un secchio grande come 52.0 m³.

Gli escavatori idraulici solitamente abbinano il potere del motore a (generalmente) tre pompe idrauliche piuttosto che a quelle meccaniche. Le due pompe principali alimentano olio ad alta pressione (fino a 5000 psi ) per i bracci , il motore a battente, i motori e gli accessori, mentre la terza è una pompa a pressione inferiore (~ 700 psi ) per il controllo pilota delle valvole a spola ; questo terzo circuito consente di ridurre lo sforzo fisico quando si utilizzano i comandi. Generalmente le 3 pompe utilizzate negli escavatori sono costituite da 2 pompe a pistone a cilindrata variabile e una pompa a ingranaggi. La disposizione delle pompe nell'unità escavatore cambia con diversi produttori utilizzando diversi formati.

Le due sezioni principali di un escavatore sono il sottocarro e la casa. Il carrello prevede la lama (se montata), i binari, il telaio e gli azionamenti finali, dotati di un motore idraulico e di ingranaggi che forniscono l'azionamento alle singole tracce e la casa comprende la cabina di guida, il contrappeso , il motore, il carburante e l'olio idraulico carri armati. La casa si attacca al carrello sotto un perno centrale. L'olio ad alta pressione viene fornito ai motori idraulici dei binari attraverso un girevole idraulico all'asse del perno, consentendo alla macchina di frenare 360 ​​° senza ostacoli. [8]

Il boom principale si collega alla casa e può essere una delle diverse configurazioni:

La maggior parte sono mono bracci: questi non hanno alcun movimento a parte da quelli in alto e in basso.
Alcuni altri hanno un braccio a braccio che può anche muoversi a sinistra ea destra in linea con la macchina.
Un'altra opzione è una cerniera alla base del braccio che consente di azionare idraulicamente fino a 180 ° indipendentemente dalla casa; tuttavia, questo è generalmente disponibile solo per escavatori compatti .
Ci sono anche bracci a tripla articolazione (TAB).
Attaccato alla fine del braccio è il bastone (o braccio diamantato). Il bastone fornisce la forza di scavo necessaria per tirare il secchio attraverso il suolo. La lunghezza del bastone è opzionale a seconda della portata (bastone più lungo) o della forza di rottura (bastone più corto).

Alla fine del bastone è di solito un secchio . Una benna ampia e larga (fango) con un bordo di taglio diritto viene utilizzato per la pulizia e livellamento o dove il materiale da scavare è morbido ei denti non sono necessari. Un secchio di uso generale (GP) è generalmente più piccolo, più forte e ha taglienti laterali induriti e denti utilizzati per rompere terreno duro e rocce. Le benne hanno numerose forme e dimensioni per varie applicazioni. Ci sono anche molti altri accessori che sono disponibili per essere attaccati all'escavatore per forare, strappare, frantumare, tagliare, sollevare, ecc.

Prima degli anni '90, tutti gli escavatori avevano un contrappeso lungo o convenzionale che appesi al retro della macchina per fornire maggiori forze di scavo e capacità di sollevamento. Questo è diventato un fastidio quando si lavora in aree confinanti. Nel 1993 Yanmar ha lanciato il primo escavatore Zero Tail Swing del mondo, [9] che consente al contrappeso di rimanere all'interno della larghezza delle tracce in quanto sprofonda, pertanto è più sicuro e più user friendly se utilizzato in uno spazio confinato. Questo tipo di macchina è oggi ampiamente utilizzato in tutto il mondo.

Ci sono due tipi principali di configurazione "Control" generalmente utilizzati in escavatori per controllare il boom e la benna, entrambi i quali hanno diffuso i quattro principali controlli di scavo tra due joystick xy. Ciò consente a un operatore esperto di controllare contemporaneamente tutte e quattro le funzioni. La configurazione più popolare negli Stati Uniti è la configurazione dei controlli SAE mentre in altre parti del mondo, la configurazione del controllo ISO è più comune. Alcuni produttori come Takeuchi hanno degli interruttori che consentono all'operatore di selezionare la configurazione di controllo da utilizzare.

Le capacità di escavatore idraulico si sono estese ben oltre le attività di scavo con secchi . Con l'avvento di attacchi idraulici come un interruttore , una gru o una coclea , l'escavatore è spesso utilizzato in molte applicazioni diverse dagli scavi. Molti escavatori dispongono di un accoppiatore rapido per un montaggio semplificato, aumentando l'utilizzo della macchina sul posto di lavoro. Gli escavatori sono di solito impiegati insieme a caricatori e bulldozer . La maggior parte degli escavatori a ruote, compatte e di medie dimensioni (da 11 a 18 tonnellate) hanno una lama di riempimento (o dozer). Si tratta di una lama di bulldozer orizzontale attaccata al carrello e viene utilizzata per livellare e spingere il materiale rimosso in un foro.


Bobcat Company
Bucyrus International
Caso CE
Caterpillar Inc.
CNH Global
Doosan Infracore (già Daewoo Heavy Industries & Machinery) - compreso il marchio Solar
ENMTP
Macchine da Costruzione Hitachi
Hydrema
Hyundai Heavy Industries
John Deere
JC Bamford (JCB)
Pale caricatrici Kanga
Komatsu Limited
LBX (Link-Belt) Escavatori
ThyssenKrupp
Kobelco
Kubota
Liebherr







Tornare in alto Andare in basso
Vedi il profilo dell'utente
el magutt

avatar

Messaggi : 1880
Data d'iscrizione : 09.11.13
Età : 60
Località : leno lombardia brescia

MessaggioTitolo: cantiere portuale   Mar Ott 10, 2017 11:43 am











vecchi macchinari in cantiere marittimo






Escavatore cingolato Fiat Hitachi
Modello FH 200


















L'escavatore CAT 330B e il caricatore CAT 950B nella galleria Tanagro



































MARCHIO:
CATERPILLAR
MODELLO:
215
ANNO:
1982
STATO:
USATO
LARGHEZZA LAVORO:
250
PESO:
200













Escavatore Marca: Caterpillar Modello: 365 BL (5)






















Escavatore Cingolato Marca: CAT Modello: 350 L (3)



Linea: CATERPILLAR
Modello: 365B
Anno Costruzione: 2001







Tornare in alto Andare in basso
Vedi il profilo dell'utente
Contenuto sponsorizzato




MessaggioTitolo: Re: vecchie pale meccaniche   

Tornare in alto Andare in basso
 
vecchie pale meccaniche
Vedere l'argomento precedente Vedere l'argomento seguente Tornare in alto 
Pagina 1 di 1
 Argomenti simili
-
» Pale di San Martino - arrampicata
» Dolomiti - Pale di San Lucano
» Elica 3 pale o 4 pale?
» I ghiacciai delle Dolomiti
» I lavori di meccanica di PELO

Permessi di questa sezione del forum:Non puoi rispondere agli argomenti in questo forum
Camion per passione! :: Passion! :: Camion :: Iveco-
Andare verso: